terça-feira, 25 de novembro de 2014

Cavalos Marinhos

Quem nunca viu um Cavalo Marinho na televisão ou até mesmo na internet? A beleza, simplicidade e exuberância, tornaram esse pequeno animal desejo de muita gente. Hoje em dia o Cavalo Marinho já pode ser encontrado até em casas especializadas em venda de peixes exóticos e ornamentais. O Cavalo Marinho é encontrado nos rios e mares, onde sua semelhança com os cavalos terrestres, originou o seu nome popular e tornam esse animal tão fantástico.
São animais aquáticos, não sobrevivendo muito tempo fora da água!
Onde são encontrados os cavalos marinhos? Como se reproduzem? Do que se alimentam? Quanto tempo vivem?
Cientificamente conhecido como Hippocampus, o Cavalo Marinho é uma espécie de peixe de águas marinhas, temperadas e tropicais pertencente à família Syngnathidae. A Família Syngnathidae é que engloba, as espécies conhecidas pelo nome popular de Cavalo Marinho.
Lindo Cavalo Marinho
Esses belos animais caracterizam-se por uma cabeça alongada, com filamentos que se parecem com a crina de um cavalo e tem uma característica curiosa como o camaleão, podendo mudar de cor e se camuflar entre as algas. Eles também podem olhar nas duas direções opostas ao mesmo tempo.
O Cavalo Marinho nada com o corpo na vertical, movimentando rapidamente as suas barbatanas e isso é o que produz sua velocidade ao nadar! Muitas espécies desses animais podem ser confundidas com plantas e algas marinhas. O tamanho médio do Cavalo Marinho, é de no máximo 15 cm, com peso entre 50 e 100 gramas.
Eles geralmente vivem em regiões de clima temperado e tropical. Também podem ser criados em aquários de água salgada com cuidados especiais pois são muito frágeis e morrem com facilidade.

Alimentação do Cavalo Marinho

Sua alimentação básica é composta de pequenos moluscos, algas verdes, vermes, crustáceos e plâncton, que são sugados através do seu focinho tubular. Os Cavalos Marinhos, não tem o costume de ir atrás do alimento, sendo assim, eles ficam parados no mesmo lugar e  comem o que passar por eles. A cauda longa e encurvada como um gancho, permite que se agarrem às plantas submarinas enquanto se alimentam.

Reprodução Dos Cavalo Marinho

O Cavalo Marinho se reproduz somente na primavera. Os ovos são postos somente pela fêmea, mas o grande cuidado é garantido pelo macho. Os ovos são colocados pelas fêmeas e são fertilizados pelo macho. Depois disso ele guarda e garante a encubação dos ovos dentro de uma bolsa na base da sua cauda. Ele tem a missão de proteger os ovos e os filhotinhos depois que nascem!
Dois meses depois da postura, os ovos se abrem e o macho realiza violentas contorções, como as contrações de parto humano, para expelir e fazer nascer os filhotes. Os filhotinhos de Cavalo Marinho nascem transparentes e pouco maiores que 1 cm. Assim que nascem, eles sobem logo à superfície para encherem suas bolsas de ar, e com isso poderem se equilibrar na água!
O Cavalo Marinho, já se torna independente dos pais, mesmo sendo frágeis, pequenos e tendo acabado de nascer. O macho gera de 300 à 400 filhotes por vez. Mas pelo curso natural da vida, menos da metade sobrevivem. Os outros morrem pelos predadores naturais!


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Elefante Marino

elefante marinho é dividido em duas subespécies. Um deles, é o elefante marinho do sul, ou elefante marinho austral, encontrado principalmente na Antártida e Patagônia. O outro é o elefante marinho do norte, ou elefante marinho boreal, que habita em geral o norte do Oceano Pacífico e as costas da Califórnia e México. É a maior das espécies de focas, chegando a pesar até 6 toneladas e medir mais de 6 metros.
São mamíferos, carnívoros e semiaquáticos. Eles variam entre ambiente aquático e terrestre, mas passam a maior parte de suas vidas no mar. Podem mergulhar grandes profundezas e nadar grandes distâncias com rapidez. Apesar de andarem rastejando, esses animais são muito rápidos em terra também.
Elefante Marinho
Reprodução
O elefante marinho tem esse nome porque seu focinho protuberante se assemelha à tromba de um elefante.  Apenas os machos possuem o nariz alongado. E além dessa diferença, machos e fêmeas também diferem em tamanho, e expectativa de vida. As fêmeas dessa espécie são menores, e vivem muito mais do que os machos.

Hábitos dos Elefantes Marinhos

Os elefantes marinhos são animais sazonais, ou seja, eles migram em busca de comida e para se reproduzir. O período de acasalamento acontece no verão do hemisfério em que vivem. Nesse período, fêmeas e machos vão para o continente. Eles se organizam em haréns, onde cada um possui um macho dominante. As fêmeas dão a luz aos filhotes do acasalamento do ano anterior, e três semanas depois entram no sio. Antes de voltar ao mar, já estão prenhes de outro filhote, deixando para trás o que acabara de nascer, agora com quase 2 meses de idade.
o período de acasalamento, o stress é muito grande para o elefante marinho macho. Além de tentar cobrir o maior numero de fêmeas do seu harén, ele tem que enfrentar os outros machos que tentam invadir seu território. Muitos deles acabam morrendo de exaustão no final da época de acasalamento. Por isso a expectativa de vida dos machos é bem menor do que o das fêmeas. Enquanto elas vivem até aproximadamente 20 anos, os machos vivem 10 ou 11 anos apenas.

Diferenças Entre o Elefante Marinho do Norte e o Elefante Marinho do Sul

A principal diferença entre o elefante marinho do norte e o elefante marinho do sul é o tamanho. Os machos dos elefantes marinhos do sul são bem maiores que os machos do norte. As fêmeas tem praticamente o mesmo tamanho. Assim como o tamanho do corpo, o tamanho da protuberância do focinho do macho do sul também é bem maior. O elefante marinho do sul é o maior animal da Antártida; um macho adulto pode chegar a ser maior que um urso polar.
Os elefantes marinhos chegaram a estar ameaçados de extinção no século XIX. Eram muito procurados por sua pele, gordura e óleos. A espécie do norte foi a que mais sofreu com a ação do homem. Hoje sua caça é proibida, e o único predador é a baleia orca.

Tem Elefante Marinho no Brasil?

Os elefantes marinhos do sul acabam visitando ocasionalmente a costa do Rio Grande do Sul, por estar mais próxima ao seu habitat que é a Patagônia e o sul do Atlântico Sul. Dificilmente vão adiante na costa brasileira, pois gostam de águas frias. Porém, já foram registradas visitas desses animais em outros estados, como Santa Catarina, Rio de Janeiro e até na Ilha de Fernando de Noronha em Pernambuco. Vale lembrar que são exceções, e sempre foram aparições de um único exemplar de cada vez.


Orcas

Quem nunca ficou deslumbrado com os shows do Sea World? O Sea World é um enorme parque aquático, localizado nos Estados Unidos, em Orlando, Califórnia e Disney World. Ele apresenta atrações com golfinhos, orcas -as baleias assassinas, focas, tubarões, arraias…enfim o mundo marinho reside lá!
Todos os dias tem shows com as famosas Baleias Assassinas, as Orcas, atraindo público de todas as idades e do mundo todo. A Orca mais famosa do Sea World é a Shamu. Se procurar no Google é capaz de achar um link, das câmeras do tanque da Shamu e vê em tempo real no próprio Sea World.
As Orcas do Sea World são mansas, treinadas, adestradas, amigáveis, não vivem na natureza e não são consideradas selvagens! Alias só tivemos dois casos de acidente com morte e se tratando de uma mesma Orca do parque! Em meio disso vou falar desses animais magníficos e levantar questões sociais sobre animais selvagens mantidos em cativeiro!

Orca- Nome cientifico Orcinus orca

As Orcas são da família dos golfinhos, é a maior da espécie e é um mamífero! Elas vivem nos oceanos, são predadoras por natureza, de uma agilidade e inteligência indiscutível. As Orcas se comunicam através do sonar, emitindo sons de alcance de ate 3 km, têm uma visão apuradíssima e são capazes de perceber uma presa a quilômetros de distância. As Orcas são caçadoras, arquitetando em bando ataques precisos e potentes.
Sua principal alimentação concentra-se em focas, leões marinhos, peixes de grande porte, tartarugas marinhas e afins. Mas seu prato principal são as focas que residem nas costas marinhas e nas praias.
Vivem em grandes bandos compostos por mais de 20 membros da família. As Orcas tem peso médio de um adulto podendo chegar a 9 toneladas! É  a única espécie de golfinho que caça outros cetáceos! Uma Orca muito famosa foi a baleia Keiko do famoso filme Free Willy! Após muitos protestos Keiko foi libertada de volta nas águas islandesas em 1991, onde morreu em 2003 por pneumonia.
Nunca houve um único ataque de Orcas selvagens a seres humanos, registrado no mundo. Em liberdade também são muito dóceis com humanos e jamais os perseguiram. Em cativeiro já tivemos acidentes. Mesmo não atacando o homem são atacadas constantemente por barcos pesqueiros, do Japão, Noruega e outros com a desculpa de se defenderem e  de que elas roubam os peixes dos barcos.
Foto de Orca fora d'águaA gestação de uma Orca leva de 11 a 12 meses, as vezes chegando a 15 meses. Só nasce um único filhote por vez. Em casos raros já foi demonstrado o nascimento de dois filhotes, onde um nasceu morto.
Os filhotes ficam ao lado da mãe para o resto da vida. Eles formam bandos em número enorme de indivíduos sem a necessidade de afastamento de nenhum membro do grupo!
Tem um perfil assassino peculiar e curioso quanto ao método de caça e de apreensão das presas. As Orcas brincam com seus alimentos, fazendo da hora da refeição uma grande brincadeira com alto requinte de crueldade. Jogam focas e outros animais ao alto, de um lado para o outro a fim de cansarem, esgotarem as forças da presa. Também se unem e encurralam a fim de que não possam respirar e morram sufocados sem ar. Sempre que vão caçar, vão em bandos o que torna o grupo uma vantagem avassaladora!
Embora dócil com humanos, apreciam brincadeiras tornando muito cruel a morte de suas presas.
Em cativeiro aprendem os truques com facilidade e sua inteligência é incrível. São amáveis, dóceis, brincalhonas, mas continuam sendo selvagens.
Grupos de ativistas e proteção animal tentam boicotar o Sea World e outros parques aquáticos a anos, mas sem sucesso. Em cativeiro reparou se que as barbatanas dos machos curvam se sem muitas explicações dos motivos. Na natureza isso nunca aconteceu!
Realmente não sabemos até onde fazemos mal mantendo animais tão grandes em cativeiro. Não sabemos a realidade do impacto que causamos na vida e no psicológico desses animais. Será que essa exploração, realmente é um caso a ser repensado? Será bom manter em cativeiro e explorar esses animais, restringir o quanto comem e o quanto podem ou não se locomover?
Não podemos dizer, mas podemos torcer para que essas respostas algum dia venham à tona
Fonte:http://euamomeusanimais.com.br/orcas-sao-baleias-assassinas-animal-docil-parque-aquatico/

Tuiuiú

Da família das cegonhas, também é conhecido como jaburu. É considerado a ave-símbolo do Pantanal onde é a maior ave voadora. Ele chega a ter 1,60 m de altura e pesar 8 kg, podendo chegar a quase 3 metros de envergadura (medida de uma ponta da asa aberta à outra).
Se alimenta principalmente de peixes, moluscos, répteis e insetos. Os ninhos do tuiuiú são as maiores estruturas construídas por aves no Pantanal, localizados nas árvores mais altas. Há registros de ninhos com 3 metros de diâmetro, que ficam tão sólidos que são capazes de sustentar uma pessoa adulta sobre ele!
Com certeza o Tuiuiú é um dos animais do pantanal mais famosos


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Jacaré-de-Papo-Amarelo

Tem esse nome pois possui um couro amarelado na parte ventral do corpo (barriga) e a parte dorsal é recoberta por placas escuras muito duras. Quando adulto, pesa 70 kg, chega até 2,5 metros de comprimento e pode viver cerca de 50 anos. Ao contrário dos mamíferos, quanto mais velho, torna-se maior e mais forte.
Habita brejos, lagos, pântanos e rios, é um réptil carnívoro que se alimentam de peixes, aves e outros animais. Embora os jacarés assustem pelo seu tamanho e aspecto pré-histórico, são extremamente importantes para o equilíbrio ecológico, pois agem na cadeia alimentar controlando as espécies  de animais do pantanal que fazem parte da sua dieta.
O jacaré-de-papo-amarelo já esteve ameaçado de extinção em virtude da poluição de seu habitat e da caça predatória para a retirada do couro e consumo da carne. Com a proibição da caça nos anos 90 a espécie se recuperou e não faz mais parte da lista de animais ameaçados de extinção.
Jacaré de papo amarelo - Animais do pantanal


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Piranha

   A piranha é um peixe muito voraz, predador e com mandíbulas fortíssimas sendo o único peixe carnívoro que caça em bando. A maioria das piranhas são rápidas, mas geralmente só atacam quando são estimuladas à isso. Dentre todas as diversas espécies de piranhas, algumas são canibais e outras não, mas todas possuem comportamentos agressivos.
  São extremamente sensíveis à presença de sangue no ambiente e podem perceber uma gota de sangue em 200 litros de água. Também percebem as vibrações dos movimentos de animais feridos, em seu ambiente aquático, localizando assim as suas presas. Alimentam-se principalmente de outros peixes, mas não dispensam animais do pantanal feridos, filhotes em geral e carcaças de animais. Por isso são importantes para a manutenção do equilíbrio ecológico, contribuindo para a limpeza das águas.
  Há relatos de que para os boiadeiros atravessarem um rio na época da seca com toda a sua boiada, precisavam sacrificar um boi, distraindo assim as piranhas para que todos os outros  passassem em segurança, o que criou a expressão “boi de piranha”.
A piranha é um dos carnívoros das águas do pantanal


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Sucuri

A sucuri, também conhecida como anaconda, é a maior serpente do mundo e pode viver até 30 anos. Há registros de indivíduos com 10 metros de comprimento e pesando 450kg. Se alimentam de capivaras, peixes, aves, felinos e até jacarés. Não apresenta glândulas produtoras de veneno e matam por constrição – envolvendo o corpo das presas e as esmagando com sua potente musculatura. Pode ficar sem se alimentar durante meses, tempo necessário para a digestão da presa ingerida.
Possui hábitos aquáticos, habitando áreas úmidas como margens de rios e lagos, várzeas e igarapés. A sucuri é uma serpente ovovivípara, ou seja, os filhotes eclodem de seus ovos dentro da mãe e já nascem prontos para explorar o ambiente em busca de alimento. Sua ninhada costuma ser grande, variando de 10 a 70 filhotes a cada gestação que dura de 225 a 270 dias.


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